Bem vindo!
Este é um Blog sobre TI Verde e Energia Renovável com notícias e artigos de todo o mundo, para divulgar o que está ocorrendo no desenvolvimento das energias alternativas. Tudo sobre energia eólica, solar, hidráulica, geotérmica, biomassa,mareomotriz e T.I. Verde (GREEN IT).
Após ingressar em 2007 no ramo da energia solar, o Google investe milhões na BrightSolar e na eSolar . Mais precisamente são gastos 2,5 a 4 dólares por watt em custos de capital, o que representaria 250 watts a 600 milhões e um bilhão de dólares, bagatela que na opinião de Bill Weihl, líder dos projetos de energia ecológica do Google representa muito dinheiro.
"Estamos estudando materiais muito incomuns para espelhos, tanto para a superfície reflexiva quanto para o substrato sobre o qual o espelho é montado" Bill Weihl
Cientistas australianos criaram células fotoelétricas tão pequenas que podem ser misturadas na tinta, de modo que poderão ser usadas para construir painéis solares coloridos a um custo mais acessível e em uma tamanho maior que o tradicional, informou a emissora ABC.
O pesquisador Brandon McDonald, da Universidade de Melbourne, com a ajuda da Organização para a Pesquisa Industrial e Científica da Comunidade da Austrália (CSIRO), explicou que a mistura "pode ser aplicada em uma superfície como vidro, plástico e metais" e dessa forma "se integra no edifício".
"Portanto agora é possível imaginar janelas solares ou sua integração dentro dos materiais do telhado", apontou o cientista. Este sistema necessita só de 1% dos materiais que se utilizam normalmente para fabricar os painéis solares tradicionais.
Minimizar o impacto ambiental, reduzindo o consumo de energia elétrica, as emissões de carbono e o descarte de equipamentos eletrônicos. Foi com isso em mente que a Unidade Municipal de Tecnologia da Informação, ligada à Secretaria de Planejamento (Seplan) da Prefeitura de João Pessoa, decidiu adotar uma prática cada vez mais comum em grandes empresas e indústrias na hora de gerenciar seus sistemas de informação: trata-se da chamada TI Verde.
No dia-a-dia, a TI Verde consiste na adoção, pela área de tecnologia da informação, de medidas aparentemente simples, mas que geram um efeito dominó positivo e que, lá na frente, irão trazer benefícios para o meio ambiente. Entre elas, está a escolha de equipamentos que geram menos calor e que gastam menos energia elétrica.
O Twizy da Renault deverá chegar a Portugal nos primeiros meses de 2012, mas já foram feitas 250 pré-reservas deste veículo elétrico -- um quadriciclo ligeiro, sem portas.
A Renault lança no final do ano o Twizy, modelo 100 por cento elétrico que pretende revolucionar o conceito de mobilidade urbana e estará à venda a partir de €6.990.
“O Twizy vai representar uma nova forma de encarar a mobilidade urbana no futuro”, defende o diretor de comunicação e imagem da Renault Portugal, Ricardo Oliveira.
Um protótipo do veículo -- um quadriciclo ligeiro, sem portas, não um automóvel -- foi esta semana apresentado aos jornalistas em Paris, com os responsáveis da marca a destacarem a vocação do Twizy para os grandes centros urbanos.
A Renault, assinalou Ricardo Oliveira à agência Lusa, vai lançar uma gama completa de veículos elétricos “nos próximos 14 meses”, três dos quais ainda em 2011.
Versão de menor potência sem carteira de habilitação
“Até final da década” o segmento dos elétricos “pode representar uma fatia importante das vendas” da Renault, acredita o responsável da empresa, realçando que o Twizy tem já 250 pré-reservas feitas em Portugal.
A Google anunciou que vai investir €116 milhões na construção de uma central solar no deserto de Mojave, na Califórnia, Estados Unidos. Este é o maior investimento da empresa na área das energias renováveis.
Os painéis solares são dispostos em círculos gigantescos em torno de uma torre para onde é redirecionada a luz solar de forma concentrada. Um receptor instalado no alto da torre converte os raios solares em vapor que, por sua vez, aciona uma turbina convencional de produção de eletricidade. Expresso
Criada pela ONG WWF, a Hora do Planeta é uma ação simbólica, promovida em 134 países e 3,8 mil cidades. Ideia é deixar as luzes apagadas durante sessenta minutos no sábado, 26, das 20h30 às 21h30
Por *Época NEGÓCIOS Online
Após a confirmação das prefeituras de Salvador e Florianópolis, o Brasil terá ao todo dezessete as capitais participando da Hora do Planeta, inclusive São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba e João Pessoa, engajadas na ação que busca chamar a atenção para questões ambientais.
Criada pela ONG WWF, a Hora do Planeta é uma ação simbólica, promovida em 134 países e 3.800 cidades, na qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos no sábado, 26, das 20h30 às 21h30. A estimativa é de que mais de 1 bilhão de pessoas participem do evento, que ocorre desde 2007. Em homenagem às vítimas da tragédia no Japão e das enchentes do começo do ano no Brasil, neste ano o primeiro minuto, em silêncio, será em lembrança aos afetados pelas intempéries e tremores.