Juntas, Toshiba, Fujitsu, NEC Electronics e Renesas esperam finalizar o desenvolvimento do chip LSI, que deve ser usado em todo tipo de aparelhos eletrónicos em cinco anos, com cooperação da Universidade de Tsukuba e financiamento do governo japonês.
Bem vindo! Este é um Blog sobre TI Verde e Energia Renovável com notícias e artigos de todo o mundo, para divulgar o que está ocorrendo no desenvolvimento das energias alternativas. Tudo sobre energia eólica, solar, hidráulica, geotérmica, biomassa,mareomotriz e T.I. Verde (GREEN IT).
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Empresas japonesas juntam-se para desenvolver chip ecológico
Quatro das principais fabricantes japonesas de semicondutores vão unir as suas forças para criar um chip ecológico, com consumo energético 10% menor que os atuais, informou quinta-feira o jornal japonês "Yomiuri".
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Cientista cria etanol à base de casca de fruta e de jornal
As cascas de frutas, sobretudo de laranja, e o papel de jornal poderiam ser usados na produção de álcool combustível (etanol), revelou um estudo publicado quinta-feira (18) pelo periódico "Plant Biotechnology Journal".Esse tipo de combustível do futuro é mais limpo que o etanol derivado do milho, que, por sua vez, é menos poluente que a gasolina, segundo as pesquisas de Henry Daniell, cientista da Universidade Central da Flórida.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Desmatamento na Amazônia perto do limite.
Da Agência Folha
Se o desmatamento da Amazônia - que já consumiu 17% da floresta - atingir a marca de 20%, o aquecimento global se encarregará de destruir o que sobrou, afirma uma compilação de estudos sobre a região feita pelo Banco Mundial.
As conclusões do documento, que reúne vários estudos publicados nos últimos anos, levam em conta simulações do comportamento da Amazônia em diferentes cenários projetados pelo IPCC (painel do clima da ONU).
Os cientistas identificaram que o efeito conjunto de incêndios, desmatamento e mudança climática empurra a floresta para um estado onde ela perde sua massa crítica para sobrevivência.
Se o desmatamento da Amazônia - que já consumiu 17% da floresta - atingir a marca de 20%, o aquecimento global se encarregará de destruir o que sobrou, afirma uma compilação de estudos sobre a região feita pelo Banco Mundial.
As conclusões do documento, que reúne vários estudos publicados nos últimos anos, levam em conta simulações do comportamento da Amazônia em diferentes cenários projetados pelo IPCC (painel do clima da ONU).
Os cientistas identificaram que o efeito conjunto de incêndios, desmatamento e mudança climática empurra a floresta para um estado onde ela perde sua massa crítica para sobrevivência.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Cientistas criam "oásis" de energia renovável no deserto
Um "oásis" de energia renovável que deve ser construído em 2010 pode vir a servir como campo de provas para novas tecnologias cuja função será criar formas mais ecológicas de viver no deserto.
O centro de pesquisa é parte do Sahara Forest Project - mas isso não significa que será construído na África. "Sahara" quer dizer deserto, em árabe, e o centro pretende ser uma versão em pequena escala dos grandes complexos ecológicos que os criadores do projecto esperam construir em desertos de todo o mundo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Por que a China e a Europa investem mais em energia eólica nos EUA do que ele próprio?
Apesar do fato que U$80 bilhões foram alocados para estimularo setor de energia renovável nos EUA, ano passado, meros milhões foram destinados a projetos eólicos. A fabricação nacional de turbinas eólicas é muito pequena. E o mais impressionante de tudo, é que companhias japonesas, chinesas e européias estão investindo mais em projetos eólicos em solo americano do que as companhias americanas em geral. Como resultado, os EUA podem perder rapidamente a oportunidade de se tornar líder em uma indústria que pode definir as próximas décadas e perder empregos e dinheiro no processo.
Um artigo recentemente publicado do pesquisador e analista de energia, Shaun Randol, da Associação Global de Riscos Profissionais, uma companhia de gestão de riscos, detalha a falta de investimento doméstico no setor eólico. Considera-se que existam três fatores primários que levam a crise dos empréstimos para o setor da energia eólica: “linhas de crédito congeladas, incerteza legislativa e regulatória, e aversão ao risco de novos projetos. Cada um deles, apesar de parecerem relativamente óbvios, é bem preciso.
Pequenas companhias estão tendo problemas para conseguir empréstimos atualmente, e as companhias de energia eólica não são exceções. Mas Randol aponta que enquanto os bancos americanos e as empresas de investimento mantém seus bolsos fechados, os estrangeiros estão aproveitando a oportunidade.
O fato é que 84% de U$1 bilhão destinados a energia foram para companhias estrangeiras, por que são eles que estão fazendo a “bola rolar”.
Para os EUA isto pode significar uma boa coisa, pois além de mais projetos de energia renovável na região, a economia americana pode se beneficiar de empregos e rendimento que esses projetos geram.
Baixos investimentos no setor eólico do país significa que os EUA produzem poucas partes de suas turbinas eólicas em territorio nacional, indicando menor criação de empregos.
De acordo com Randol: “Energia eólica, uma parte de uma geração futura multifacetada da energia, não mostra nenhum sinal de estar desacelerando, muito pelo contrário, o setor está crescendo rapidamente. A iliquidez, infelizmente, está colocando freios neste futuro promissor. Apesar dos riscos já conhecidos, os bancos deveriam facilitar e começar a disponibilizar dinheiro para esses projetos eólicos famintos.”
Ambiente Brasil
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
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