quarta-feira, 10 de julho de 2013

Eletricidade verde de raíz

Plantas verdes podem produzir eletricidade em breve. Na verdade já o fazem em laboratório graças ao projeto da Plant-e, da Universidade de Wageningen, na Holanda. A eletricidade é gerada a partir da interação natural entre as raízes das plantas e as bactérias do solo.
O processo funciona aproveitando até 70% de material orgânico produzido por fotossíntese, que a planta não utiliza e é segregado pelas raízes. As bactérias perto das raízes interagem com o lixo orgânico, libertando elétrons. A eletricidade é gerada através da colocação de um elétrodo que absorve os elétrons libertados.
Marjolein Helder, CEO, Plant-e: “Os painéis solares estão produzindo mais energia por metro quadrado, mas esperamos reduzir os custos da nossa tecnologia no futuro. E o nosso sistema pode ser usado em diferentes aplicações.”
Um modelo experimental de 15 metros quadrados de combustível vegetal microbiano pode fazer funcionar um computador portátil. A técnica já funciona em pequena escala e em breve pode ser aplicada em campos de arroz e pântanos de todo o mundo.
Marjolein Helder, CEO, Plant-e: “O nosso sistema pode ter diferentes aplicações. A nossa tecnologia é a produção de eletricidade, mas também poderia ser usada como isolamento do telhado ou como um coletor de água. Numa escala maior, é possível produzir arroz e eletricidade ao mesmo tempo e combinar a produção de alimentos e de energia.”
O primeiro protótipo de eletricidade verde foi instalado no telhado de um prédio da Universidade. Os primeiros campos de teste vão ser iniciados em 2014.
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terça-feira, 25 de junho de 2013

Maior barco solar do mundo chega a Nova York em missão científica

NOVA YORK - O Turanor PlanetSolar, o maior barco do mundo movido a energia solar, dotado de uma imensa cobertura de painéis fotovoltaicos, está em Nova York em uma viagem científica para estudar o efeito das mudanças climáticas na famosa Corrente do Golfo.

O catamarã espetacular, de 35 metros de comprimento e 23 de largura quando abre suas asas com painéis solares, se tornou em maio de 2012 o primeiro veículo movido a energia solar a dar a volta ao mundo, após uma viagem épica de 584 dias e mais de 60.000 quilômetros percorridos.

"Ao invés de se tornar um museu em algum porto, o barco agora desfruta desta segunda vida", destacou esta terça-feira seu capitão, o francês Gerard d'Aboville, em alusão à missão científica lançada durante uma entrevista coletiva a bordo do navio suíço.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

China instala 15,9GW eólicos em 2012 e lidera ranking mundial

Informações são da Bloomberg New Energy Finance; Fonte já corresponde a mais de 5% da capacidade instalada e gera 2% da eletricidade do país


A China foi o maior mercado eólico do mundo em 2012, levando-se em conta a capacidade anual instalada, de acordo com dados da Bloomberg New Energy Finance. O país instalou 15,9 GW de aerogeradores onshore, mais de um terço do total mundial, e liderou pela quarta vez o ranking. Os Estados Unidos apresentou recorde de instalações no ano passado, com 13,2 GW, mas o montante representa quase 14% a menos que o primeiro colocado.
 
A fonte eólica tornou-se a terceira em participação na matriz chinesa, atrás do carvão e da hidroeletricidade. A China agora tem 61GW eólicos, o que corresponde a 5,3% do total do país e a 2% da eletricidade gerada. Essa terceira colocação da eólica foi alcançada apesar da queda de 18% nas instalações ante 2011, quando obteve o recorde de 19,3GW. Segundo a Bloomberg New Energy Finance, muitos projetos foram atrasados por conta de problemas de conexão com a rede, ocasionando atraso de pagamentos e subsídios para fornecedores. O país tem 15GW eólicos não conectados, mais de 20% de sua capacidade total.
 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Autolib, o carro elétrico que faz sucesso em Paris.


Mais uma alternativa de transporte econômica, ecológica e prática, na cidade luz: o Autolib, o carro elétrico de 4 lugares, silencioso e sem poluição. 

Paris é o primeiro lugar do mundo a oferece este serviço.

O Autolib tem uma autonomia de 250 km, uma velocidade máxima de 130 km/h, e está equipado com baterias equipadas com LMP tecnologia (lítio-metal-polímero). O Autolib tem um GPS disponível em Francês e Inglês.



Como funciona?

Muito simples! Basta trazer a sua carteira de motorista (para os brasileiros, a carta de motorista internacional), uma identificação (carteira de identidade ou passaporte válido) e um cartão de crédito (Visa, Mastercard).

Na localidade de sua escolha 24h/24h (Os endereços: http://www.autolib.eu/carte-des-stations), você se identifica e escolhe o plano desejado entre as três formulas abaixo. Após a confirmação de sua transação, o terminal emitirá um crachá pessoal que lhe dá acesso ao serviço Autolib.
Três fórmulas:

PREMIUM: Você paga uma taxa de 12 euros/mês (solo) ou 11 euros/mês (família) por 1 ano. A primeira meia hora é cobrada 5 euros, a segunda 4 euros, em seguida, 6 euros para as demais.

SEMANAL: 15 euros para 7 dias. A primeira meia hora é cobrada 7 euros, a segunda 6 euros e 8 euros para as demais

DESCOBERTA: 10 euros por 24 horas. A primeira meia hora é cobrada 7 euros, a segunda 6 euros e 8 euros para as demais.

O Autolib não é feito para longa distância, o seu uso é limitado na Ilha de França. E possível, por exemplo, dirigir o Autolib para levar alguém ao aeroporto. No entanto, não há atualmente nenhuma estação na cidade de Roissy e Orly para deixa-lo lá.
O sucesso é certo e o projeto é em plena expansão. Logo autolib invadira todos cantos da Ilha!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Bateria de computador recarrega com água

Cada vez mais, se busca um equilíbrio entre a utilização de tecnologia inovadora com maneiras mais sustentáveis de se obter energia. Assim, novos projetos surgem propondo novas formas de pensar a tecnologia. 


A proposta dos designers Seunggi Baek e HyerimKimThe é uma versão mais sustentável de notebook, que funciona com água e energia solar. Inspirado no organismo de uma planta de bambu, o aparelho foi chamado de Plantbook e é capaz de transformar água em energia. Para carregar a bateria, é preciso coloca-la em um recipiente com água, que é absorvida, provocando eletrólise em uma placa de aquecimento solar. No processo, os hidrogênios da água são usados para carregar o computador, enquanto o oxigênio é descartado. O aparelho ainda é um conceito e não tem previsão de produção.




Via Atitude Sustentável por Gisele Eberspacher

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Microsoft é a mais nova empresa 'verde' do planeta

A "moda" entre as empresas de TI atinge a multinacional de Bill Gates

A Microsoft anunciou que a partir do mês de julho irá neutralizar a emissão de carbono dos seus datacenters, laboratórios de desenvolvimento de softwares, viagens aéreas e escritórios da empresa espalhados pelo mundo. A data coincide com o início do ano fiscal de 2013 e será o "start" para que a empresa seja mais "limpa" e preocupada com o futuro.

No blog oficial, Kevin Turner, chefe de operações da Microsoft, afirma que para incentivar sua equipe, irá "cobrar" o preço do carbono emitido por divisões regionais. Quanto mais carbono for emitido, mais créditos serão pagos. E isso se aplicará em mais de 100 países onde as filiais estão localizadas.

A empresa também está investindo em tecnologias sustentáveis. Um exemplo é o próprio campus da Microsoft que contém softwares que diminuem o consumo de energia. Essa atitude deve economizar cerca de US$ 1,5 milhão de dólares para a companhia no próximo ano.

Além disso, a companhia liderada por Steve Ballmer é a terceira maior compradora de energia limpa dos Estados Unidos (mais de 1,5 bilhão de kWh por ano).

Os créditos de carbono são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa (GEE). Uma tonelada de dióxido de carbono(CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional.

A tendência das práticas sustentáveis está englobando cada vez mais empresas. O que você pensa a respeito? Qual é sua contribuição para preservar o meio ambiente para um futuro menos poluído?

fonte:Olhar Digital (olhardigital.uol.com.br)